Apresentação do violinistaA última aula de Música do primeiro semestre foi muito diferente e inusitada. Os alunos receberam a visita de Leandro Correia, um violinista de 21 anos que iniciou o aprendizado de violino aos 15 anos.

A professora Tereza acompanhou Leandro no piano e fizeram uma linda audição de um movimento de concerto. Os alunos puderam observar a exceção e manuseio do arco e do violino, instrumento essencial em todas as orquestras sinfônicas.

Logo depois, todos ficaram muito interessados em saber mais detalhes sobre este instrumento que é parte da família das cordas, assim como a viola, o violoncelo e o contrabaixo, que, segunda a professora, também serão apresentados futuramente.

Depois de um breve histórico sobre o violino, suas principais características quanto à fabricação, componentes do instrumento e técnicas de execução, chegou a hora de colocar a mão na massa, ou melhor,  na música!

Os alunos puderam tocar um violino, orientados quanto à postura ideal e utilização do arco, que é feito com crina de cavalo.

Foi uma experiência muito divertida, Clique aqui e veja as fotos.

Piquenique do Fundamental I - Último dia de AulaComo sempre acontece em todas as escolas a hora do lanche é divertida e alegre! Mas quando se trata do último dia de aula, e de um lanche coletivo, tudo fica muito mais legal!

Todos os alunos do Ensino Fundamental 1 participaram do piquenique. Cada um trouxe um prato de doce ou salgado para compartilhar com os amigos. E compartilharam não só o lanche que trouxeram, mas também a montagem e organização da deliciosa mesa.

Tudo para fazer uma despedida inesquecível do primeiro semestre. Conversas, risadas e brincadeiras fizeram a alegria deste último dia de aula! Vejam as fotos e boas férias para todos!

Barragem de SalesópolisOs alunos do 4º ano saíram no dia 18 de junho, com destino à Salesópolis para conhecer a nascente do rio Tietê, famoso por atravessar o estado e a cidade de São Paulo, e concluir o estudo de Ciências do semestre. Salesópolis fica a 96 km da capital e é uma área de proteção ambiental, relacionada à proteção de mananciais.

As nascentes do rio Tietê (que em tupi significa “rio verdadeiro”) ficam no Parque Nascentes do Rio Tietê e brotam de três diferentes locais. “Eu gostei muito de ver como é a nascente do rio Tietê, parece um laguinho pequeno e limpo e quando chega em São Paulo fica bem grande e cheio de lixo”, disse o aluno Yuri.

Os alunos descobriram que Salesópolis acabou se tornando uma cidade dormitório, afinal os moradores trabalham em outras cidades da região. Em Salesópolis é terminantemente proibida a presença de fábricas, indústrias, aterros sanitários, cemitérios e até mesmo hospital. O hospital da cidade envia todo o seu lixo hospitalar para ser incinerado em São José dos Campos. Tudo para evitar a contaminação dos lençóis freáticos.

A Barragem da Ponta Nova e a Usina Parque Salesópolis também foram visitadas pelos alunos. “Na usina tem um lugar Alunos visitam Usina Parque Salesópoliscom aparelhos que parecem de ginástica. Com nossa força, o aparelho produz energia que faz acender uma luz e também faz sair água da torneira”, contou Gabriela. Estes aparelhos ficam no Espaço Energia, um local especialmente criado para demonstrar a utilização da energia e também desenvolver a conscientização para a preservação da Mata Atlântica. Para a aluna Júlia, uma das coisas mais marcantes da viagem, além de se espantar com o tamanho da nascente do rio Tietê, foi conhecer uma máquina antiga que levava energia para quinze cidades vizinhas de Salesópolis.

Clique aqui e veja as fotos desta saída pedagógica.

Extração de DNANo filme Jurassic Park, produção de enorme sucesso em 1993, um grupo de cientistas reconstruía dinossauros a partir do DNA de um mosquito conservado em cristal de âmbar. Apesar dos pesquisadores da vida real considerarem tal coisa impossível, visto que o material genético é incapaz de sobreviver em adversidades tão grandes, alunos do 2º  e do 3º anos do Ensino Médio do Friburgo passaram por uma experiência igualmente inusitada na quarta-feira, 28 de maio.

 Educador da Exposição Genoma e alunos do 3º EMOs estudantes foram à exposição Revolução Genômica, no Parque do Ibirapuera. Ali, além de aprender a extrair o DNA de um morango, eles realizaram a experiência na prática, observando os filamentos do código genético da fruta a olho nu. Depois, ainda puderam visitar a Trilha da Vida, com animais vivos e empalhados, conhecer diferentes modelos de DNA, aprender os mais modernos conceitos na área e participar de discussões éticas sobre seqüenciamento de genoma e melhoramento genético de plantas.

“A exposição realmente é muito boa. Além de contar com instalações e painéis, ainda é bastante interativa. Agora, o que Alunos na Exposição valeu mesmo foi ver que nossos alunos dominavam todos os conceitos na ponta da língua e estavam preparados para assistir e participar de todas as atividades”, elogia a professora Vera Barreto, Coordenadora do Ensino Médio e acompanhante do grupo.

Entre os alunos, as opiniões se dividiram, mas todos gostaram de algo da exposição. O estudante Patrick Rapp Schafer, 18 anos, do 3º ano, achou muito interessante os exemplos de mutações. “Simularam o que aconteceria a uma mosca se o DNA dela fosse alterado. Foi demais, cada vez que trocávamos uma proteína, as alterações mais escabrosas eram mostradas em uma tela digital”, diz ele.

Sua colega, Marília Guedes Silveira, 17, preferiu a experiência de extração do DNA do morango. “Foi um momento que envolveu a todos nós”, conta. Apesar disso, os alunos acharam que faltou tempo para aproveitar melhor a visita. “É uma exposição muito grande e detalhada. E o tempo que tivemos – 1H30 – foi muito pouco para aproveitarmos. Sem falar que havia muitos monitores que não nos deixavam à vontade para ficar mais tempo em uma instalação ou fazer perguntas”, reclama Patrick.

A aluna Amanda Fechter, 16, do 2º ano, achou a exposição “o máximo”. Segundo ela, valeu à pena participar e conhecer com mais facilidade a formação do DNA. “Mas não gostei do morango. Criaram muita expectativa para pouco. Gostei mais da interação, do dinamismo e da criatividade das instalações. Sinceramente, não esperava que fosse tão legal, com tanta tecnologia”.Percurso da exposição

A exposição Revolução Genômica acontece até o dia 13 de julho no Pavilhão Armando de Arruda Pereira, bem em frente ao Planetário, no Parque do Ibirapuera. De terça a sexta, das 9 às 20 horas, e sábados, domingos e feriados, das 10 às 20 horas. Os ingressos custam R$ 15, estudantes pagam meia e, para menores de sete anos e maiores de 60, a entrada é gratuita. Grupos podem agendar visitas. Mais informações no site www.revolucaogenomica.com.br .

Professor WagnerPara os alunos de 7º ano do Ensino Fundamental do Colégio Friburgo, estudar História e o Renascimento durante a Idade Média virou literalmente um jogo. Para fixar conteúdos importantes da disciplina, como o reflorescimento das cidades, diversos grupos sociais, as atividades econômicas e ofícios da época, os estudantes criaram jogos de trilha, com tabuleiros, dados, roletas, cartas, cartões de sorte ou azar e muita, muita criatividade.

Os grupos de quatro ou cinco componentes – sorteados para evitar a formação de “panelinhas” – puderam escolher entre diversos temas como “De aprendiz a mestre em uma corporação de ofício”, “Viagem de um mercador veneziano de Constantinopla a Alexandria”, “A rota da primeira Cruzada contra os muçulmanos”, “A viagem de um carregamento de seda da China até a feira de Champagne”, “A fuga de um servo para uma cidade”, “Do nascimento de uma cidade à sua autonomia” e “Um comerciante de Bruges percorre a Europa para negociar seus tecidos”.

“Alguns grupos empenharam-se para valer e fizeram trabalhos muito interessantes. Criaram perguntas históricas sobre o conteúdo e somente respondendo corretamente o jogador pode avançar. Além do aprendizado histórico, eles tiveram experiência no planejamento, solução de problemas, divisão de tarefas e relacionamento entre os componentes”, explica o professor Wagner Ribeiro Soares, de História.

Enquanto alguns grupos imitaram jogos já existentes, outros adaptaram suas criações a partir do Banco Imobiliário e do Alunos do 7º anoJogo da Vida. Foi este último justamente o modelo usado pelos alunos Miguel Nahas, 11 anos, Catherine Machado, 12, Júlia Abreu, 12, Silvio Novaes Santini, 12, e Daniel Ramadan, 12, todos do 7º ano B, para criar o jogo “Meste Bondoso”.

Usando materiais simples como cartolina, papel cartão, brinquedinhos de Kinder Ovo, gliter, bisqüi e parafusos, em três semanas eles produziram o jogo para cinco participantes, cujo alvo é fazer com que o aprendiz se torne mestre. “Foi muito legal. Além de conhecermos melhor a vida naqueles tempos, percebemos a dureza daquela sociedade”, diz Miguel.

Mas o jogo, ou melhor, o trabalho ainda não acabou. A próxima etapa será realizada no município de Cabreúva. Lá a idéia é que os grupos estudem as várias etapas do surgimento da cidade e possam comparar com aquilo que aprenderam no trabalho. “Ainda estou fechando a proposta com os professores Leandro, de Geografia, e Silvana, de Português. Mas quando formos para lá, queremos doar os jogos para escolas públicas ou para a biblioteca municipal do município”, conclui o professor Wagner.

Alunas ajudando nos preparativos da festaAlunos ajudando nos preparativos da festa

Os preparativos para a Festa Junina do Friburgo estão a todo vapor e a programação do nosso arraial já foi divulgada. 

Programe-se para esta grande confraternização:
15h - Abertura da Festa
16h - Início das apresentações: Quadrilha - 2º ano / Dança do Pezinho - 3º ano
17h - Jazz - 2ºB e 3ºB - Período Ampliado, Manhã
17h30 - Balaio - 4º ano / Pau de fitas - 5º ano
18h - Abertura do Bingo / Jazz - 2ºA ao 5ºA - Período Ampliado, Tarde
18h30 - Quadrilha - 6º ao 9º ano - Ensino Fundamental
19h15 - Jazz - 4ºB e 5ºB - Período Ampliado, Manhã
20h - Quadrilha – Ensino Médio
21h - Quadrilha – Educação de Adultos
22h - Grande Show Pirotécnico de Encerramento

A animação de nossa festança ficará por
conta do forró da Banda Dona Zaíra!

Alunos fazendo bandeirinhas inspirados em VolpiAlunos pintando as bandeirinhas

Visite a área da Festa Junina do Colégio Friburgo no Flickr e acompanhe a publicação de desenhos e trabalhos dos alunos para esse evento e as fotos de nosso arraial!

alunas separando prendas para o bingoFaltando apenas dois dias para a tradicional Festa Junina do Friburgo, os alunos do 3º ano do Ensino Médio estão literalmente correndo contra o tempo. A missão é fazer com que tudo esteja ajustado para o bom funcionamento da barriquinha de bingo da festa, que ficará por conta deles.

Nas últimas semanas, os alunos Alunos do 3ºEM com a coordenadora Vera Barreto à esqauerdaconversaram com pais, com a direção da escola, com lojistas da região e do Shopping Center Jardim Sul. Conseguiram ganhar um forno de pizza, livros, brinquedos, entre outros prêmios. E também começaram a vender uma rifa, que dará aos vencedores um tocador de músicas IPOD e um jantar no Barbacoa.

“Estamos trabalhando duro, pois parte da renda da barraca será revertida para nossa viagem de formatura”, diz o estudante Patrick Rapp Shafer, 18 anos. O objetivo da turma é arrecadar dinheiro para ajudar todos os alunos que queiram a ir na viagem. “Somos em 22 que querem participar e já realizamos várias atividades desde o começo do ano, mas ainda faltam quatro alunos que precisam de ajuda”, explica Marília Guedes Silveira, 17.Prendas para o bingo

A estudante Juliana Monteiro, 18, acredita que conseguirão aquilo que precisam no sábado. “Pelas nossas contas, é possível arrecadar o valor que falta. Mas precisamos do apoio de todos, participando do bingo”, acredita. Por isso, sua colega Mariana Fazioli, 17, faz o convite: “Queremos que todos possam ir e não fique ninguém de fora. Galera, venham nos ajudar”.

Alunas fazendo sua apresentaçãoUm dia todas as pessoas acabam precisando falar para uma platéia, seja em uma peça de teatro, uma palestra, a apresentação de um trabalho de faculdade, a defesa de uma tese, ou mesmo em uma dinâmica para conseguir uma vaga de emprego.

O grande problema é que muitas vezes as pessoas não estão preparadas para enfrentar a platéia. A vergonha toma conta, a pessoa começa a gaguejar, esquece o que iria falar, e além de tudo ainda precisa saber a melhor forma de segurar o microfone. Um problema e tanto!

Pensando nisso, o Colégio Friburgo adotou, desde 2007, como parte do currículo de disciplinas do 7º ano, a aula de Expressão Oral. Durante as aulas, os alunos aprendem a ter uma postura adequada para uma apresentação, serem oportunos em seus comentários e também a utilizar todos os recursos técnicos. O professor já é bem conhecido dos alunos, afinal Marcos Arilho é professor de teatro.

“O grande objetivo destas aulas é fazer com que os alunos, que ainda são bem novos, aprendam coisas que vão utilizar durante toda a vida. Fico muito feliz em ver que eles conseguem utilizar todos os recursos e nos surpreendem”, conta Marcos.

Receitas culináriasOs alunos durante as aulas foram incentivados a criar um programa de TV, para apresentar matérias, entrevistas e criar propagandas, utilizando diferentes possibilidades de estilos, variando do mais formal ao mais irreverente e descontraído. E durante as apresentações teve de tudo um pouco: telejornais que abordavam as notícias atuais presentes na mídia, previsões do tempo, especiais sobre um determinado assunto e até mesmo um programa com receita culinária.

Professor Marcos orienta os alunosDepois das apresentações é hora de todos avaliarem o desempenho individual e do grupo em um agradável bate-papo com o professor. “O melhor de tudo é que os alunos aprendem a lidar com o erro, a improvisar e a ter jogo de cintura para resolver um problema de percurso”, conclui Marcos Arilho.

Veja algumas fotos aqui.

Turma na Estação Natureza
As turmas do 1º ano do Ensino Médio viajaram para a Serra do Japi e Cabreúva com o objetivo de iniciar um processo de pesquisa para o projeto de HP2 (Habilidades e Potencialidades). As áreas foram escolhidas como laboratório para que os alunos desenvolvam projetos de intervenção na área, criação e desenvolvimento de material didático e, futuramente, ainda em processo de análise e estudo, um novo projeto envolvendo a comunidade local.

Os temas escolhidos para o projeto foram Fauna, Flora, Relevo/Hidrografia e Legislação Ambiental para a área do Japi e para a cidade de Cabreúva: População, Economia, História e Urbanismo. Os alunos poderão se aprofundar em cada um dos oito assuntos escolhidos e trabalhar as suas competências de criar, desenvolver e gestar um projeto, além de desenvolver um projeto de pesquisa de qualidade.

Na primeira saída, o maior objetivo foi fazer um reconhecimento do local, com atividades específicas. Os alunos percorreram algumas trilhas, e até escolheram nomes para batizá-las. Depois confeccionaram as placas de identificação e também fizeram a inauguração de um livro de visitas – onde, a partir de agora, todos que passarem pela Estação Natureza poderão deixar registrada a sua impressão.

Alunos observam o rio Tietê Já na segunda viagem o foco foi a cidade de Cabreúva. Saíram de São Paulo e percorreram o roteiro dos Bandeirantes, passando por Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba, antes de chegar ao destino. Passaram por estas cidades analisando a situação ambiental do rio Tietê e também fazendo um levantamento do perfil da população. Os alunos entrevistaram diversos moradores e coletaram dados sobre a população, a exploração, economia e história para o desenvolvimento dos projetos relacionados à área urbana.

Um dos ciclos econômicos de Cabreúva foi o da cana-de-açúcar, já que a região tem clima, solo e abundância de água que favorecem a produção. Por isso, os alunos também foram visitar um alambique que até hoje produz aguardente artesanal.

Com todos os dados, agora é pensar no projeto. Aguardem as novidades!

Clique aqui e veja as fotos das visitas.

Chegada dos alunos ao Museu do índioPara complementar o extenso trabalho sobre os índios das aldeias do Alto Xingu, os alunos do 3º ano do Fundamental foram visitar, neste início de junho, o Museu do Índio - Centro de Informação da Cultura Indígena, localizado em Embu das Artes.

Chegando lá a turma foi recepcionada pelo responsável pela montagem do museu, o artista plástico Walde-Mar de Andrade e Silva, que também é o escritor do livro Lendas e Mitos dos Índios Brasileiros – utilizado pelos alunos durante o estudo indígena.

Walde-Mar contou aos pequenos pesquisadores sobre sua história com os índios. Os alunos estavam super preparados para a entrevista, com blocos de anotações e até mesmo gravadores para não perder nenhum detalhe deste importante encontro. O artista plástico se especializou na arte indígena e depois de conhecer os irmãos Villas Boas, foi viver entre os índios no Parque Nacional do Xingu.

E preparados para obter maiores mais informações para o produto final deste projeto, que vem sendo desenvolvido desde o início do ano, os Apresentação do índio da tribo Meninakoalunos ficaram sabendo um pouco mais sobre os grupos étnicos, seus costumes, crenças, rituais, hábitos alimentares, a vida da comunidade indígena e sua relação com o meio ambiente.

Encontraram um índio da tribo Meninako, também do Alto Xingu, que ensinou as marcações das danças, tocou flauta e contou histórias para as crianças. Foi uma manhã muito interessante e produtiva.

CLIQUE AQUI para ver algumas fotos e AQUI para ler as curiosidades escritas pelos alunos.

Bandeirinhas inspiradas em VolpiOs preparativos no colégio estão a todo vapor! Nas aulas de Artes o tema agora é festa junina. Todos os alunos estão contribuindo com maravilhosos adereços para a festa.

Bandeirinhas, inspiradas nas obras de Volpi, de todos os tipos e de todas as cores, feitas por alunos 2º ano do Ensino Fundamental, estarão espalhadas pela escola no dia da festa.Bonecos de papelão em tamanhoreal

Meninas e meninos de papelão, em tamanho real, foram recortados e pintados pela turma de Artes do Fundamental I, do Período Ampliado, para decorar o palco. Eles também ficaram responsáveis pela pintura das barracas. Já os alunos do Fundamental II fizeram um bonito trabalho de xilogravura, utilizando bandejas de isopor como matriz.

Pintura de BarracasAs turmas do 5º ano estão reproduzindo em painéis os desenhos que estão estampados em convites e cartões da Festa Junina.

O resultado poderá ser conferido no dia 21 de junho, a partir das 15 horas, na Festa Junina do Friburgo.

Clique aqui e veja, em primeira mão, alguns trabalhos que serão utilizados na decoração.

alunos do 5º ano visitam Museu da EnergiaOs alunos do 5º ano visitaram o Museu da Energia, na cidade de Jundiaí, no dia 29 de maio, para complementar o estudo de Ciências. Fontes de energia e suas transformações, energias alternativas, eletrostática e consumo consciente. Esses e outros temas fizeram parte da experiência vivenciada neste dia.

Ambientes que simulam uma casa e seus eletrodomésticos fazem parte da oficina “Uso Racional da Energia – Aprender Brincando”, onde os alunos conseguem definir a quantidade de energia consumida por cada aparelho, além de descobrir os valores que este consumo representa na conta de luz. Depois, por meio de um jogo interativo, eles tiveram a oportunidade de experimentar diversas tarefas domésticas utilizando o menor gasto de energia.Visita ao Museu da Energia

Toda a parte histórica também foi abordada através da leitura de cartazes antigos e até mesmo com a observação de um caminhão que prestava serviço à companhia elétrica, original de 1928. Isto sem contar nas explicações obtidas sobre os cuidados com a rede elétrica, segurança e trabalho realizado pelas companhias.

Vale a pena conferir as fotos. Clique aqui.

Coral Friburgo
Música para celebrar a vida e a Natureza

Uma autêntica sinfonia verde foi organizada para celebrar neste ano o Dia Mundial do Meio Ambiente. A professora Glaucia Machado organizou o Coral do Friburgo para uma inesquecível apresentação no Atrium do Shopping Jardim Sul, no dia 6 de junho. O evento, assistido por centenas de pais e convidados, teve como objetivo também despertar a sociedade para a importância de preservação da Natureza.Público aprecia apresentação!

O repertório do Coral foi escolhido com muita criatividade e um toque bem brasileiro. O da Casinha Pequenina, que reúne crianças de até seis anos, apresentou algumas poesias de Cecília Meireles, musicadas pela professora Gláucia. Os alunos mais velhos, do Coral do Friburgo, cantaram Estórias da Floresta (de Milton Nascimento) e Nozaniná (uma antiga canção tupi-guarani obtida por Roquete Pinto). Outros três poemas de Cecília Meireles também receberam os arranjos da professora e foram apresentados por todas as crianças: Mistério do Sem Fim, Leilão de Jardim e Colar de Carolina.

Instrumentos com tubos de PVC.“O objetivo não é apenas fazer bonito e comemorar a data, mas sim mostrar que nessa luta cada pessoa tem sua responsabilidade e pode fazer a diferença com pequenas atitudes a cada dia, já que reciclar não é tudo”, explica a professora Gláucia, que dá aulas de música e canto nas duas escolas. Para tanto, uma série diferenciada de instrumentos musicais foi escolhida para acompanhar os corais. Além do tradicional violão, utilizamos instrumentos antigos como a medieval ocarina e típicos, como o africano bongô. Já outros foram mais caseiros, como os tudo de PVC e até um chocalho, feito com tampas de garrafas pet e amarrados com barbante.

No final, além dos aplausos, fica a mensagem de que a arte humana está intimamente ligada ao meio ambiente, e os alunos demonstraram que é desde cedo que se começa a plantar um futuro verde!

Clique aqui e veja a galeria de fotos!

Friburgo e Gotas de FlorA história se repete. Mas dessa vez, o objetivo é fazer o final feliz. Inspirados pela leitura do clássico Capitães da Areia, de Jorge Amado, 42 alunos de 8º ano do Friburgo foram à ONG Gotas de Flor com Amor na quarta-feira, 4 de junho de 2008, para participar de uma manhã de atividades com as crianças atendidas pela instituição e levar doações arrecadadas na escola e junto aos pais.

Ali, encontraram uma realidade muito próxima daquela narrada na obra, que mostra o cotidiano de aventuras e luta pela sobrevivência de menores abandonados, os verdadeiros “capitães da areia” nas ruas da Salvador dos anos 30. A Gotas de Flor com Amor atende todos os meses cerca de 500 crianças vindas de famílias desestruturadas e que vivem em situação de risco.

Professora Paula Trindade“Os alunos tiveram contato com o livro nos projetos de leitura que desenvolvemos e ficaram sensibilizados. Por isso, decidiram passar em sala de aula, mandar cartas e fazer uma campanha para arrecadar doações”, explica a professora de Português, Paula Trindade, coordenadora do trabalho. “Eles escolheram a Gotas por se tratar de uma instituição com a qual trabalhamos há anos com outros projetos sociais e devido às reais necessidades daquelas crianças”, completa Iracy Garcia Rossi, Diretora de Assuntos Comunitários do Friburgo. Além delas, monitoraram o grupo o professor Bruno Stefani e a bibliotecária Daniela Momozaki.

No ônibus que os conduziu à instituição, os alunos do Friburgo tinham um só objetivo em mente: dar uma chance às crianças, para que o destino delas não seja o mesmo de Volta Seca, Pedro Bala e companhia, personagens de Jorge Amado. Por isso, quando chegaram lá, mais que doar materiais de higiene pessoal, alimentos, produtos de limpeza e livros, deixaram amor e carinho.

Integração Frfiburgo e Gotas de AmorIsso ficou bem nítido, do lanche da manhã às brincadeiras, jogos e leituras feitas pelo pessoal do Friburgo e da Gotas. “Esse tipo de atividade é muito importante. Todos aprendem o que significa respeito e conhecem diferentes realidades”, elogia Camila Campos Tinoco, Coordenadora Pedagógica da ONG.

Além disso, os próprios alunos ressaltaram outra conquista importante com esse trabalho: a união e a integração. “Além de aprender e ajudar, fizemos também novos amigos”, diz a estudante Beatriz Spalding, 13 anos. Uma lição que não será esquecida por eles, pelas crianças da Gotas, que se sentiram valorizadas e perceberam que existe gente que se importa com elas e que certamente ficará como um grande exemplo para os colegas e, por que não, para os adultos.

Clique aqui e veja outras fotos.

Por iniciativa dos próprios alunos, foram arrecadados e doados:

- 290 itens de higiene pessoal
- 256 produtos alimentícios
- 37 itens de limpeza
- 260 livros

Embalagens trazidas pelos alunosNeste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, o Colégio Friburgo fez uma programação especial voltada para o consumo consciente e mudanças de atitude.

A professora e coordenadora de implantação de projetos de meio ambiente, da Associação Recicla Morumbi, Maria Júlia Labate, foi convidada a ministrar uma série de palestras para alunos desde o 2º ano do Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, além de participar também de um encontro com os funcionários do colégio.

Durante a palestra Maria Júlia falou sobre a importância do consumo consciente, a quantidade de lixo gerada, e as péssimas condições dos aterros sanitários por conta da enorme quantidade de material sintetizado que é jogada diariamente nos lixões. Mostrou o trabalho das cooperativas que fazem a separação do lixo reciclável. Os alunos viram uma camiseta produzida a partir da fibra de três garrafas Pet e souberam como é realizado todo o processo de reciclagem.
Maria Júlia Labate: palestra no Dia Mundial do Meio Ambiente Alunos do Ensino Médio também participaram de uma das palestras
Neste dia, todos foram convidados a trazer para a escola uma embalagem vazia, que foi utilizada pela palestrante, não só para exemplificar todos os materiais que podem passar pelo processo de reciclagem, como também para mostrar o volume de lixo formado com todas as embalagens. Ela também fez alguns alertas sobre os produtos que utilizam materiais não recicláveis, como por exemplo, os salgadinhos. Uma criança empolgada com a informação já foi logo dizendo: “não vou mais comer batata frita de saquinho!”Maria Júlia Labate ministra palestra para alunos do Ensino Fundamental

“O que acontece com o lixo quando vai para o aterro?”, “O que acontece com a casca do ovo?”, “Quanto tempo leva para o tecido se desintegrar?”, “O lixo espacial se decompõe?”, “Em quanto tempo o vidro se decompõe e como vocês sabem disso?”, estas foram algumas das centenas de perguntas feitas durante as palestras.

Clique aqui e veja alguns depoimentos escritos pelos alunos do 3º ano do Fundamental sobre a palestra.

No final do expediente, todos os funcionários do Colégio Friburgo e Casinha Pequenina foram convidados para um Happy Hour Ecológico. Após um lanche bem natural, todos participaram de umNa palestra para funcionários, o Professor Emerick apresentou a palestrante encontro com a professora e palestrante Maria Júlia. Também fizeram parte do conteúdo abordado as ações do Projeto Ambiental do colégio, algumas que já foram colocadas em prática e outras que passarão a fazer parte muito em breve.

“Foi um grande prazer passar o Dia do Meio Ambiente nesta escola. Além de contar com a natureza ao seu redor, o Friburgo tem alunos interessados e participativos”, disse Maria Júlia no encerramento das atividades.

Após a palestra para os professores e funcionários, o professor Ciro disse que são fantásticas as possibilidades de envolvimento ambiental que a escola tem. Por isso, mãos à obra! “A ação precisa ser coletiva e a atitude freqüencial. O envolvimento de todos é importante para a melhoria do meio ambiente”, conclui o diretor do Friburgo.
Palestra para alunos do Ensino fundamental Palestra para alunos o ensino Médio

 

Agosto 2008
S T Q Q S S D
« Jul    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Arquivos