Sala de aula

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Extração de DNANo filme Jurassic Park, produção de enorme sucesso em 1993, um grupo de cientistas reconstruía dinossauros a partir do DNA de um mosquito conservado em cristal de âmbar. Apesar dos pesquisadores da vida real considerarem tal coisa impossível, visto que o material genético é incapaz de sobreviver em adversidades tão grandes, alunos do 2º  e do 3º anos do Ensino Médio do Friburgo passaram por uma experiência igualmente inusitada na quarta-feira, 28 de maio.

 Educador da Exposição Genoma e alunos do 3º EMOs estudantes foram à exposição Revolução Genômica, no Parque do Ibirapuera. Ali, além de aprender a extrair o DNA de um morango, eles realizaram a experiência na prática, observando os filamentos do código genético da fruta a olho nu. Depois, ainda puderam visitar a Trilha da Vida, com animais vivos e empalhados, conhecer diferentes modelos de DNA, aprender os mais modernos conceitos na área e participar de discussões éticas sobre seqüenciamento de genoma e melhoramento genético de plantas.

“A exposição realmente é muito boa. Além de contar com instalações e painéis, ainda é bastante interativa. Agora, o que Alunos na Exposição valeu mesmo foi ver que nossos alunos dominavam todos os conceitos na ponta da língua e estavam preparados para assistir e participar de todas as atividades”, elogia a professora Vera Barreto, Coordenadora do Ensino Médio e acompanhante do grupo.

Entre os alunos, as opiniões se dividiram, mas todos gostaram de algo da exposição. O estudante Patrick Rapp Schafer, 18 anos, do 3º ano, achou muito interessante os exemplos de mutações. “Simularam o que aconteceria a uma mosca se o DNA dela fosse alterado. Foi demais, cada vez que trocávamos uma proteína, as alterações mais escabrosas eram mostradas em uma tela digital”, diz ele.

Sua colega, Marília Guedes Silveira, 17, preferiu a experiência de extração do DNA do morango. “Foi um momento que envolveu a todos nós”, conta. Apesar disso, os alunos acharam que faltou tempo para aproveitar melhor a visita. “É uma exposição muito grande e detalhada. E o tempo que tivemos – 1H30 – foi muito pouco para aproveitarmos. Sem falar que havia muitos monitores que não nos deixavam à vontade para ficar mais tempo em uma instalação ou fazer perguntas”, reclama Patrick.

A aluna Amanda Fechter, 16, do 2º ano, achou a exposição “o máximo”. Segundo ela, valeu à pena participar e conhecer com mais facilidade a formação do DNA. “Mas não gostei do morango. Criaram muita expectativa para pouco. Gostei mais da interação, do dinamismo e da criatividade das instalações. Sinceramente, não esperava que fosse tão legal, com tanta tecnologia”.Percurso da exposição

A exposição Revolução Genômica acontece até o dia 13 de julho no Pavilhão Armando de Arruda Pereira, bem em frente ao Planetário, no Parque do Ibirapuera. De terça a sexta, das 9 às 20 horas, e sábados, domingos e feriados, das 10 às 20 horas. Os ingressos custam R$ 15, estudantes pagam meia e, para menores de sete anos e maiores de 60, a entrada é gratuita. Grupos podem agendar visitas. Mais informações no site www.revolucaogenomica.com.br .

Professor WagnerPara os alunos de 7º ano do Ensino Fundamental do Colégio Friburgo, estudar História e o Renascimento durante a Idade Média virou literalmente um jogo. Para fixar conteúdos importantes da disciplina, como o reflorescimento das cidades, diversos grupos sociais, as atividades econômicas e ofícios da época, os estudantes criaram jogos de trilha, com tabuleiros, dados, roletas, cartas, cartões de sorte ou azar e muita, muita criatividade.

Os grupos de quatro ou cinco componentes – sorteados para evitar a formação de “panelinhas” – puderam escolher entre diversos temas como “De aprendiz a mestre em uma corporação de ofício”, “Viagem de um mercador veneziano de Constantinopla a Alexandria”, “A rota da primeira Cruzada contra os muçulmanos”, “A viagem de um carregamento de seda da China até a feira de Champagne”, “A fuga de um servo para uma cidade”, “Do nascimento de uma cidade à sua autonomia” e “Um comerciante de Bruges percorre a Europa para negociar seus tecidos”.

“Alguns grupos empenharam-se para valer e fizeram trabalhos muito interessantes. Criaram perguntas históricas sobre o conteúdo e somente respondendo corretamente o jogador pode avançar. Além do aprendizado histórico, eles tiveram experiência no planejamento, solução de problemas, divisão de tarefas e relacionamento entre os componentes”, explica o professor Wagner Ribeiro Soares, de História.

Enquanto alguns grupos imitaram jogos já existentes, outros adaptaram suas criações a partir do Banco Imobiliário e do Alunos do 7º anoJogo da Vida. Foi este último justamente o modelo usado pelos alunos Miguel Nahas, 11 anos, Catherine Machado, 12, Júlia Abreu, 12, Silvio Novaes Santini, 12, e Daniel Ramadan, 12, todos do 7º ano B, para criar o jogo “Meste Bondoso”.

Usando materiais simples como cartolina, papel cartão, brinquedinhos de Kinder Ovo, gliter, bisqüi e parafusos, em três semanas eles produziram o jogo para cinco participantes, cujo alvo é fazer com que o aprendiz se torne mestre. “Foi muito legal. Além de conhecermos melhor a vida naqueles tempos, percebemos a dureza daquela sociedade”, diz Miguel.

Mas o jogo, ou melhor, o trabalho ainda não acabou. A próxima etapa será realizada no município de Cabreúva. Lá a idéia é que os grupos estudem as várias etapas do surgimento da cidade e possam comparar com aquilo que aprenderam no trabalho. “Ainda estou fechando a proposta com os professores Leandro, de Geografia, e Silvana, de Português. Mas quando formos para lá, queremos doar os jogos para escolas públicas ou para a biblioteca municipal do município”, conclui o professor Wagner.

Parece um paradoxo. Mas não é. Em um mundo cada vez mais individualizado, em que todos exigem que seus espaços sejam respeitados, invasões e guerras entre nações pelo domínio de regiões inteiras do planeta são cada vez mais comuns. Aproveitando a relevância do tema, as disciplinas de Geografia, Educação Física e Fisiologia e Comportamento implantaram este ano um projeto interdisciplinar para trabalhar de forma integrada o conceito de “limites e fronteiras” com os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental do Colégio Friburgo.

Comandadas pelos professores Cintia Siqueira, Leandro Duarte, Antonio Calligaris e Bruno Stefani, as aulas apresentaram aos estudantes não apenas a história do conceito, que existe desde o surgimento do homem no planeta, mas também permitiram que aprendessem na prática o que significa respeitar limites, sejam os seus, sejam os do outro.

Em Geografia, os alunos trabalharam com interpretação de textos, mapeamento geopolítico do planeta, identificando conflitos, e elaborando painéis temáticos nos quais identificaram as fronteiras culturais, econômicas, políticas, dinâmicas e as transgressões de fronteiras no mundo atual.

Alunos no JapiJá em Fisiologia e Comportamento, o foco foi nos limites de cada um nos aspectos físicos e sociais. Cada aluno foi convidado a realizar uma colagem mostrando como se vê e sobre como é visto pelos outros. Em Educação Física, o trabalho foi feito por meio de jogos propostos pelos professores e também elaborados pelos alunos. Aproveitando os conceitos discutidos em Geografia, eles montaram suas atividades em um croqui de quadra esportiva. A área da escola na Serra do Japi foi o local escolhido para a atividade de encerramento do projeto.

No Japi, os alunos puderam Serra do Japitraçar fronteiras e limites também em diversas atividades de exploração no meio ambiente local. Entre escaladas e trilhas, aprenderam que o respeito e o trabalho em equipe é a melhor maneira de transpor qualquer obstáculo. Clique aqui e veja as fotos desta saída pedagógica.

“A vivência em campo é única! Sair da teoria e ir para a prática propicia aos alunos uma nova aprendizagem. Os problemas e conflitos aparecem e são discutidos e resolvidos em grupo, Os conceitos trabalhados em sala de aula ganham outros significados quando observados e vividos no contexto de realidade. Foi um trabalho riquíssimo e a participação dos alunos superou as nossas expectativas. ”, explica Cíntia Siqueira, coordenadora do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental.

Mais que uma brincadeira, essas atividades representaram um grande aprendizado. Arbitrados e geridos pelos alunos, jogos e outras atividades promoveram a responsabilidade, o respeito ao coletivo, a ética e a autonomia, coisas que fazem toda a diferença na formação proporcionada pelo Friburgo. Mas não terminou. Agora, os estudantes trabalharão na disciplina de Fisiologia e Comportamento o conceito de atividade física e saúde, discutindo de forma crítica o culto ao corpo perfeito, algo que, nessa idade, persegue os adolescentes de forma mortal.

Desenho da Laura - Clique para ampliarEntrar no universo artístico de Tarsila do Amaral é realmente um privilégio. Segundo Keka, professora de Artes, “é conhecer um pedacinho da nossa história e valorizar nossa cultura”. Pois foi exatamente o que aconteceu durante as aulas de Artes do curso curricular para os alunos de 4º e 5º anos.

Durante o primeiro Desenho da Júlia - CLIQUE PARA AMPLIARtrimestre os alunos procuraram identificar os trajetos da artista que foi um importante ícone da Semana de Arte Moderna (1922), marco na história cultural e artística do Brasil. Observaram e identificaram as criações de Tarsila para depois dar movimento ao personagem antropofágico da artista, uma de suas obras mais conhecidas:  o Abaporu.

Os alunos do 4º ano desenharam em papelão o Abaporu e o incluíram em novos cenários pintados com lápis aquarelado e giz pastel. O resultado foi surpreendente! Já os alunos do 5º ano criaram uma nova imagem para o Abaporu, brincando com as cores e o fundo. Além disso, realizaram uma composição com recorte e colagem, sendo a figura central uma silhueta em preto desenvolvendo a relação espacial, figura e fundo colorido com pintura em aquarela.Desenho da Bianca - CLIQUE AQUI PARA AMPLIAR

Para os alunos de 2º e 3º anos, o trabalho foi desenvolvido com outro artista, tão importante quanto a Tarsila, e que chama a atenção pelas suas obras coloridas: Alfredo Volpi.

“Inspirados nas obras de Volpi, os alunos geometrizaram as formas de seus desenhos e coloriram com lápis aquarela, com cores vibrantes, provocando ao olhar do observador diferentes sensações”, explica a professora.

Vale a pena conferir esta galeria de artes! Clique no link ao lado para ver 41 desenhos selecionados. Ou clique aqui para ver um lindo slideshow com estas obras de arte!

CLIQUE PARA AMPLIARAlunos conferem as provas - CLIQUE PARA AMPLIAR
Alunos do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental do Friburgo realizaram no O Teatro Grande Otelo recebeu uma parte dos alunos para a prova.sábado, 26 de abril, a Prova Multidisciplinar. A garotada foi dividida entre o teatro e salas de aula e enquanto os alunos de 6º e 7º anos respondiam a 20 questões, os de 8º e 9º anos tinham a tarefa de resolver 30 perguntas de múltipla escolha.

“A prova é um de nossos instrumentos para avaliar nossas competências internas e preparar os alunos para outros exames Gustavo e Teo - CLIQUE PARA AMPLIARdo Miguel: perguntas curtas e difíceis - CLIQUE PARA AMPLIARtipo, muito comuns daqui para frente na vida deles. Nosso objetivo com isso é melhorar a qualidade do ensino”, explica a professora Iracy Garcia Rossi, Diretora Pedagógica, e responsável pela aplicação do teste aos estudantes, junto com as coordenadoras Cíntia Siqueira e Vera Barreto.

Entre os alunos, as opiniões se dividiram com relação à avaliação. “As perguntas foram difíceis, mas pouco extensas”, opinou Miguel, aluno do 7o ano. “Achei a prova fácil”, disse Gustavo do 6º ano, “mas precisa ter boa interpretação de texto”, completou Téo, também do 6o ano.
Na saída, satisfeitos com o resultado - CLIQUE PARA AMPLIARLucca - CLIQUE PARA AMPLIAR

Detalhe da manchete no Comunique-se - CLIQUE PARA AMPLIAR A IMAGEMA repórter Carla Soares Martin, do site Comunique-se, portal voltado para os profissionais e estudantes de Comunicação, esteve no Colégio Friburgo durante duas manhãs inteiras acompanhando as aulas do Programa de Formação para o Trabalho e Cidadania (PFTC) do Núcleo de Comunicação. E como resultado, publicou uma matéria sobre o inovador projeto da escola que dá uma introdução para o Jornalismo, Cinema e Televisão, para dentro das salas de aula do Ensino Médio.

O texto dá especial atenção ao ensino de Jornalismo, ministrado pelos professores Francisco Ucha e Marcos Stefano. Além disso, também traz relatos de alunos e ex-alunos, Ao lado de Júlia, Amanda lê uma poesia de Vinícius de Moraes do livro Para Viver um Grande Amor, lançado em bancas pela Folha de S.Paulo. CLIQUE PARA AMPLIAR.que falam sobre aquilo que têm aprendido. Nas palavras da professora Iracy Garcia Rossi, Coordenadora Pedagógica ouvida pela repórter, “a proposta segue a metodologia do colégio e procura sensibilizar o aluno para a realidade, as diferenças sociais e incentivá-lo a contribuir para mudanças”. Com milhares de leitores, entre eles profissionais renomados e estudantes de Comunicação, o Comunique-se é hoje um dos principais portais do gênero no país, acompanhado por todos aqueles que desejam saber o que acontece de mais importante em termos de mídia no país. O destaque dado à reportagem no Friburgo (ela foi manchete do site durante cinco dias) é mais uma mostra de que a escola está escrevendo certo por linhas retas.

Clique aqui para ler a matéria publicada no Comunique-se.
Clique nas fotos dos alunos para ampliá-las.
Ucha e Thiago - CLIQUE PARA AMPLIARMilena: paixão pela música e pela palavra. CLIQUE PARA AMPLIARBeatriz quer fazer Jornalismo. CLIQUE PARA AMPLIAR

Thiago, Guilherme e Ronan: descontração e debates durante a aula.

Clássicos ou contemporâneos. Nacionais ou estrangeiros. Não importa. No Friburgo o que importa para os alunos do 7º ao 9º  anos do Ensino Fundamental é ler. E se para a grande maioria dos estudantes brasileiros, essa atividade é enfadonha, para esse pessoal, passou a ser uma paixão, de forma que vários deles não desgrudam de suas obras prediletas nem mesmo nos momentos de lazer e nas férias.

Esse é o efeito de dois projetos aplicados na escola há quatro anos. No “Leitura Compartilhada”, o professor indica uma obra, que é lida e estudada em sala de aula com orientação do docente. Já o “Leitura de Escolha Pessoal” permite que os próprios alunos escolham as obras que desejam ler. E é neste último que acontece a surpresa: ao lado de obras pop do universo Victoria, Tatyane, Lais, Michele, Marina e Júliaadolescente de hoje, como Harry Potter, estão clássicos como Vidas Secas, de Graciliano Ramos, O Alienista, de Machado de Assis, Vastas emoções e pensamentos imperfeitos, de Rubem Fonseca, e até Ensaio sobre a Cegueira, do português José Saramago. Ressalte-se: todos escolhidos pelos próprios alunos.

“Esse é um trabalho que não apenas cria o hábito da leitura, mas também o gosto por ela”, diz Paula Trindade, professora de Português e idealizadora dos projetos. Ler Lima Barreto, Clarice Linspector e Machado de Assis também é um importante aspecto de integração, troca de experiências e de conhecimento social para a garotada. “Normalmente os alunos fazem Professora Paula Trindadeamizades e se identificam nas baladas. Aqui, os relacionamentos começam também com a leitura. Os alunos comentam entre si, trocam livros e estimulam uns aos outros”.

Em maio será iniciada uma nova fase dos projetos. Além das avaliações, os alunos estão escrevendo breves resenhas sobre pelo menos uma das obras que leram. A idéia é publicar todo esse material em um site ou até no formato de livro. “Serão cerca de 150 indicações feitas pelos estudantes e um rico acervo de crítica literária”, prevê a professora de Português com grande - e justo - entusiasmo.

Uma turma aprendendo consciência ecológica - Clique para ampliar
Os alunos de sete a onze anos do Colégio Friburgo estão dando exemplo de preservação da Natureza.  Mostrando que vestiram a camisa do Ano Internacional do Planeta Terra - campanha organizada em 2008 pela Unesco -, esses verdadeiros econautas-mirins estão realizando uma série de pequenas ações para fazer na prática o que aprendem na teoria.

Reclicle! Clique para ver mais desenhosAs turmas de 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental montaram murais nas salas com compromissos assumidos por cada aluno e por suas famílias, como apagar a luz ao sair da sala e diminuir o consumo de descartáveis.

Já algumas turmas, como o 4º B estão juntando restos de papel para reciclar e fazer cartões para o dia das mães. Eles também bolaram slogans que serão colados acima dos interruptores de luz da escola para conscientizar colegas, funcionários e professores sobre a importância de economizar energia. Junto às frases estará a mascote da campanha. Desenhado e escolhido em votação pelos próprios estudantes.

Clique aqui para ver um slideshow com alguns dos desenhos feitos pelos alunos e aqui para ver desenhos e fotos no Flickr.

Quando os pequenos dão aula e viram mestres

Grande vilão do meio-ambiente, já que pouco é biodegradável e mesmo sua reciclagem também prejudica a natureza, o lixo descartável, principalmente os copos e embalagens plásticas, estão recebendo tratamento especial por parte dos alunos de segundo a quinto anos do Ensino Fundamental do Friburgo. Apesar da pouca idade eles estão dando uma verdadeira aula sobre preservação do meio-ambiente para os mais velhos com pequenas iniciativas como diminuir o consumo dos descartáveis.

Professora Maria CláudiaPara tanto, os pequenos mestres montaram com a ajuda de seus professores uma tabela em cada turma que serve para contar a quantidade de material descartável que cada criança traz em seu lanche diariamente. O objetivo, com a ajuda dos pais, é diminuir ao longo do tempo a quantidade desse tipo de material. “Envolvemos também as famílias e a comunidade, levando à conscientização. Para que usar guardanapos de papel, se podemos diminuir a quantidade de lixo que produzimos, embrulhando tudo em um de pano? Trazer um sanduíche feito em casa no lugar daqueles salgadinhos industrializados é outra atitude que além de ser ecológica, faz um tremendo bem para a saúde”, garante Maria Claudia Giopatto (foto), professora do 3º ano.

Uma rápida olhada pelas tabelas, que ficam expostas em um canto da lousa, é suficiente para mostrar que a iniciativa tem dado frutos. Mas o que chama mais a atenção são as garrafinhas de água ou suco nas mesinhas onde sentam as crianças. Maria Claudia explica: “Aposentamos de vez os copos descartáveis. Agora, bebida só na canecaCada aluno traz sua garrafinha de casa e sempre a usa para beber”. No começo, se os pais não lembrassem, as crianças também se esqueciam. Mas agora, todas fazem questão de lembrar e trazer as garrafinhas, que vêm fazendo enorme sucesso. De todos os tipos e cores, algumas já estão sendo até personalizadas e acabam revelando um pouco da personalidade da criança.

Professores também substituíram o copo descartável pelas suas canecasCom essa e outras iniciativas, como a de trazer reportagens e dicas sobre preservação do meio-ambiente publicadas em suplementos infantis dos jornais ou publicações dirigidas para as crianças, com o objetivo de debater cada matéria com os coleguinhas, os jovens mestres do Friburgo estão dando uma verdadeira aula de consciência e compromisso para com o futuro do planeta.

Store Wars - Clique para assistir ao vídeoNa terça-feira, dia 19 de fevereiro, aconteceu a apresentação do Programa de Formação Para o Trabalho e Cidadania (PFTC), com foco em Comunicação, para os alunos do 1° e 2° anos do Ensino Médio. A reunião aconteceu no Teatro Grande Otelo, onde foram apresentados os profissionais que farão parte da etapa deste semestre – os jornalistas Marcos Stefano, Fernanda Furquim e Anahi Monteiro, além de Giuliano Ronco, especilista em vídeo e cinema – e o plano de ensino de cada matéria (que pode ser baixado clicando-se aqui). Um dos momentos de descontração na apresentação deste Programa, foi a exibição de alguns vídeos, entre eles Store Wars, uma sátira ao clássico de George Lucas desenvolvido pela Free Range Studios, que faz um trabalho de conscientização sobre o problema dos alimentos industrializados e aqueles geneticamente modificados. Clique aqui e assista.

Máscaras, projeto para o 3° ano EF - CLIQUE PARA AMPLIAR
O Carnaval, a maior festa popular do Brasil, que atrai milhares de turistas ao nosso país, mereceu um olhar especial em nossa escola. Orientados pela professora Cláudia, os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental fizeram um estudo sobre o uso de máscaras nas folias de Rei Momo e descobriram que o uso delas entre os povos das mais diferentes culturas Máscaras - CLIQUE PARA AMPLIARtem como finalidade transformar imaginariamente uma pessoa em outra. Também servem como amuleto ou simplesmente para brincar.

Usando folhas de jornal, cola, tinta guache, gliter e muita criatividade, confeccionaram máscaras inspirados principalmente em dois temas: monstros e animais. Na sexta-feira, caíram na folia e, ao som do samba-enredo do Friburgo, fizeram uma festa muito animada no teatro da escola.

BrasileiroOs alunos do 4° ano, turma B de 2007, elaboraram uma interessante revista eletrônica virtual sobre o tema Formação do Povo Brasileiro - Heranças Culturais, coordenada pela professora Sandra Fialho. Eles estudaram as influências das diversas culturas que compõe nossas raízes: conheceram o modo de vida dos índios antes dos colonizadores aparecerem, a chegada dos europeus, o advento da escravidão e a cultura africana, os imigrantes. A partir daí, construíram árvores genealógicas de suas famílias, identificaram o modo de ser e viver dos diferentes povos e discutiram o que é ser cidadão brasileiro, identificando a unidade e a diversidade que estão presentes em nossa história. Como produto final, publicaram este site na internet.
Aproveite para visitar também o site que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) criou especialmente para crianças e adolescentes: o IBGE Teen.

 

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